Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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quinta-feira, 15 de março de 2018

Moçambique – Protocolos de cooperação na área da produção estatística

INE, Autoridade Tributária e Banco de Moçambique Assinam Protocolos de Cooperação

O Governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, a Presidente da Autoridade Tributária de Moçambique, Amélia Nakhare, e o Presidente do Instituto Nacional de Estatística, Rosário Fernandes, em representação das instituições de que são timoneiros, assinaram ontem, 14 de Março de 2018, dois protocolos de cooperação por tempo indeterminado. Estes acordos visam o alcance de melhores resultados na troca e produção conjunta de informação estatística, bem assim na realização conjunta de um inquérito estatístico sobre o comércio informal transfronteiriço.

Na mesma cerimónia, o Governador do Banco de Moçambique e o Presidente do Instituto Nacional de Estatística assinaram um protocolo de cooperação visando o estabelecimento de uma relação de colaboração, com vista ao alcance de melhores resultados nas acções inerentes às atribuições do Banco de Moçambique e do Instituto Nacional de Estatística.

O protocolo tripartido referente à realização conjunta de um inquérito estatístico sobre o comércio informal transfronteiriço preconiza o financiamento conjunto da sua implementação, incluindo a organização, condução, avaliação e sistematização de informação. Sugere ainda a criação de uma base de dados para efeitos de partilha de informação sobre o comércio informal transfronteiriço e a realização de encontros regulares de avaliação do nível de implementação do protocolo.

Por sua vez, o protocolo tripartido sobre a troca e produção conjunta de informação estatística obriga as partes a colaborar na elaboração de um modelo de recolha de informação financeira a ser aplicado às empresas do sector não financeiro. Por fim, o protocolo bipartido celebrado entre o Banco de Moçambique e o Instituto Nacional de Estatística preconiza obrigações recíprocas de troca de informação estatística, produção conjunta de informação estatística oficial, formação, capacitação e elaboração de metodologias de produção estatística, estudos e pesquisa, e alarga o escopo do que estava em vigor.

Com a assinatura destes dois protocolos, as três instituições estabelecem princípios orientadores para uma melhor coordenação em matérias de interesse comum, estando cientes dos resultados positivos que poderão advir da implementação de acções concretas. “Instituto Nacional de Estatística” - Moçambique

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Cabo Verde - No quarto trimestre de 2017 movimento de contentores e mercadorias regista crescimento nos portos nacionais

Ribeira Grande – O movimento de contentores e de mercadorias nos portos nacionais cresceu, no quarto trimestre de 2017, em relação ao mesmo período do ano de 2016, enquanto o número de navios movimentados diminuiu 25,9 por cento (%).

Em termos absolutos, no quarto trimestre de 2017, registaram-se 1.519 movimentos de navios nos portos de Cabo Verde, 531 movimentos a menos face ao período homólogo.

A movimentação de navios de longo curso cresceu 31,3% e a de navios de cabotagem diminuiu 37,4%, tendo-se registado em termos absolutos, no período em análise, 449 movimentos de navios de longo curso (107 movimentos a mais do que em igual período do ano 2016) e 1.070 movimentos de navios de cabotagem (638 movimentos a menos do que em igual período do ano 2016).

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a tonelagem de mercadorias movimentadas aumentou 14,9%, e o número de contentores de 20 pés movimentados aumentou 25,1% e, por outro lado, o número de passageiros movimentados diminuiu 6,5%, em relação ao mesmo período do ano de 2016.

Nesse período, a quantidade de mercadorias movimentadas nos portos de Cabo Verde, aumentou 14,9% em relação igual período do ano 2016 e, em termos absolutos, movimentaram-se nos portos de Cabo Verde 611.099 toneladas de mercadorias, 79.222 toneladas de mercadorias a mais do que no período homólogo.

No período em análise, as quantidades de mercadorias carregadas, descarregadas e em transbordo/granel líquido, nos portos de Cabo Verde, cresceram 17,7%, 14,8% e 11,3%, respetivamente, em relação ao igual período do ano 2016.

Em termos absolutos, no período em análise movimentaram-se, nos portos de Cabo Verde 117.991 toneladas de mercadorias carregadas (17.745 toneladas a mais), 416.466 toneladas de mercadorias descarregadas (53.699 toneladas a mais) e 76.641 toneladas de mercadorias em transbordo/Granel Líquido (7.778 toneladas a mais) do que em igual período do ano 2016.

O movimento de passageiros nos portos de Cabo Verde decresceu 6,5% em relação ao igual período do ano 2016, significando, em termos absolutos, que no quarto trimestre de 2017 registaram-se 212.843 movimentos de passageiros nos portos de Cabo Verde, 14.691 movimentos de passageiros a menos do que em igual período do ano 2016.

Nesse período, o movimento de contentores de 20 pés nos portos de Cabo Verde, cresceu 25,1% em relação ao igual período do ano 2016 o que, em termos absolutos significa que foram registados 22.688 movimentos de contentores de 20 pés correspondendo a 4.559 movimentos de contentores a mais do que em igual período de 2016. In “Inforpress” – Cabo Verde

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Angola – População cresce para 30 milhões de habitantes

Os mais de 25 milhões de habitantes registados no país em 2014, aquando da realização do Recenseamento Geral da População e Habitação, deverão crescer, até ao final deste ano, para 30 milhões, indica o Instituto nacional de Estatística (INE)

Segundo as projecções do INE, a população angolana tem crescido a uma média anual de mais de um milhão de pessoas, devendo somar, até ao final do ano, 30 milhões de habitantes, dos quais 8 milhões estarão em Luanda.

As estimativas foram apresentadas pelo director do INE, Camilo Ceita, no encerramento da acção de formação nacional do Inquérito sobre Despesas, Receitas e Emprego em Angola (IDREA), em Luanda.

"As projecções são práticas habituais e anuais. Apenas no próximo Censo (em 2024), o INE vai fazer a reactualização das mesmas (projecções)", declarou o responsável, citado pelo Jornal de Angola.

Recorde-se que, no ano passado, o INE esitmou o número da população nacional em 28,3 milhões de habitantes, mais 2,6 milhões do que em 2014. In “Novo Jornal” - Angola

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Portugal - Quotas de mercado nas importações de mercadorias nos PALOP (2012 a 2016)

1 - Nota introdutória

Pretende-se aqui analisar a evolução das quotas de mercado de Portugal nas importações de mercadorias nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) ao longo dos últimos cinco anos, bem como o ritmo da variação nominal anual dos fornecimentos de mercadorias portuguesas face à evolução das importações globais, no seio de cada um dos mercados.

Metodologia:

Para as importações globais nos PALOP foi principalmente utilizada a base de dados do International Trade Centre (ITC), que contém por sua vez informação calculada a partir da base Comtrade, da ONU.

Os dados ITC de 2016 para Cabo Verde correspondem a informação fornecida pelo seu Ministério do Turismo, Indústria e Energia, e os de Moçambique, para o mesmo ano, têm origem no Instituto Nacional de Estatística do país.

Nos casos em que não está disponível informação do país, o ITC efectuou cálculos a partir de dados reportados pelos parceiros comerciais (mirror data), como foi o caso de Angola e S.Tomé e Príncipe, em 2016, e da Guiné-Bissau em todos os cinco anos.

Existem divergências por vezes consideráveis, com causas diversas, entre os dados das importações nesses mercados com origem em Portugal, quando de fonte ITC, e os correspondentes dados da exportação portuguesa de fonte INE, depois de convertidos a valores CIF por aplicação de um factor fixo (Fob=Cif x 0,9533), razão por que, visando uma maior aproximação à realidade, se utilizou para Portugal a base de dados do INE.

2 - Principais fornecedores dos PALOP em 2015

De acordo com dados de importação veiculados pelo ITC para todos os países com excepção da Guiné-Bissau, em que se utilizou, por indisponível nessa fonte, o Alas OEC (Observatory of Economic Complexity), Portugal ocupou em 2015 a primeira posição entre os cinco principais fornecedores de mercadorias de Cabo Verde (43,5% do total), da Guiné-Bissau (28,8%) e de S.Tomé e Príncipe (58,6%), o segundo lugar em Angola (14,6%), depois da China (16,9%), e a quarta posição em Moçambique (5,8%), precedido da África do Sul (30,1%), da China (12,5%) e dos Países Baixos (7,3%).

Utilizando-se para Portugal a base de dados do INE, estas percentagens são próximas, à excepção de S.Tomé e Principe: Angola é coincidente, Cabo Verde 41,2% em lugar de 43,5%, Guiné-Bissau 29,0% em vez de 23,7%, Moçambique 5,2% em lugar de 5,8% e S.Tomé e Príncipe 47,2% em vez de 58,6%.


3 – Peso dos PALOP na exportação portuguesa

Os cinco países africanos que integram os PALOP representavam 27,6% das exportações portuguesas para o conjunto dos países terceiros em 2012 e 8,0% das exportações globais.

Estas percentagens desceram respectivamente para 17,0% e 4,2% em 2016, quebra devida principalmente ao comportamento do mercado angolano que, representando mais de 80% do total das exportações portuguesas para o conjunto dos PALOP de 2012 a 2014, viu o seu peso descer para 70,9% em 2016.


Moçambique e Cabo Verde foram no período em análise os países que maior peso detiveram nas exportações depois de Angola, tendo Cabo Verde ultrapassado Moçambique em 2016, representando estes países neste ano respectivamente 12,2% e 10,1% no total dos PALOP.

4 – Variação nominal anual das importações nos PALOP,
      globais e originárias de Portugal
      - Quotas de mercado

Em Angola, Cabo Verde e S.Tomé e Príncipe, o ritmo de variação nominal das suas importações com origem em Portugal ao longo dos últimos cinco anos (2012=100), foi sempre superior ao das importações globais.

Já na Guiné-Bissau e em Moçambique se verificou a situação inversa, com o ritmo de Portugal neste período sempre inferior ao da variação global.



As maiores quotas de mercado de Portugal nos PALOP incidiram em Cabo Verde e S.Tomé e Príncipe e as menos expressivas em Moçambique.

Um trabalho de Walter Anatole Marques -  walter@anatolemarques.com 



sábado, 11 de fevereiro de 2017

Moçambique – Crescimento anual do PIB em 2016 estimado em 3,3%

Crescimento anual do PIB estimado em 3,3%

Com base nas estimativas do PIB, calculadas como o somatório dos quatro trimestres de 2016 (Gráfico 1.1), a economia moçambicana cresceu, em termos reais, 3,3%. Este resultado, representa uma desaceleração da economia em 3,3 pontos percentuais relativamente a 2015.

Sector secundário determinante com crescimento de 5,2%

O desempenho da actividade económica em 2016 é atribuído em primeiro lugar ao sector secundário que cresceu 5,2% (Gráfico 1.2), com maior destaque para o ramo da indústria transformadora com cerca de 7,3% de incremento, seguido do ramo da construção com 6,7%. Ocupa a segunda posição o sector terciário com um crescimento de 5,1% induzido pelo ramo dos serviços financeiros com cerca de 25,4%. O sector primário também registou um crescimento positivo na ordem de 3,9% impulsionado pelo ramo da indústria de extracção mineira com 10,9%.


Contribuição dos sectores


O ramo da Agricultura, pecuária, caça, silvicultura, actividades relacionadas e Pesca, teve maior participação na economia em 2016 com um peso no PIB de 23,2% (Gráfico 1.3), seguido dos ramos dos Transportes armazenagem e actividades auxiliares dos transportes, e Informação e comunicações com uma contribuição conjunta de 12,1%. Ocupa o terceiro lugar o ramo do Comércio e serviços de reparação com 11,0%, seguido do ramo da Indústria transformadora, com um peso de 8,9%, Aluguer de imóveis e serviços prestados às empresas e Educação, com 6,8% cada. Os restantes ramos de actividade em conjunto tiveram um peso de 24,6%. In Instituto Nacional de Estatística - Moçambique


sábado, 6 de fevereiro de 2016

Moçambique – Em 2015 o PIB cresceu 6,3%

O Produto Interno Bruto a preços de mercado (PIBpm) apresentou uma variação positiva de 5,6% no IV Trimestre de 2015 comparado com o mesmo período do ano anterior, para um crescimento anual de 6,3%. O desempenho da economia tanto no IV Trimestre como em todo o ano, representam uma desaceleração comparativamente aos períodos anteriores em 0,7 e 1,1 pontos percentuais respectivamente.



O desempenho da actividade económica em 2015 é atribuído em primeiro lugar ao sector secundário que cresceu 8,5%, com maior destaque para o ramo da Electricidade e Água com 13,9% seguida dos ramos da Construção com 7,4%. Ocupa a segunda posição o sector primário com um crescimento de 6,6% induzido pelo ramo da indústria de extracção mineira com um crescimento de cerca de 8,8%. O sector terciário também registou um crescimento positivo na ordem de 5,9% impulsionado pelos ramos financeiro e Comércio e serviços de reparação, ambos com 7,1% cada e pela Administração Pública com 12,4%.

O ramo da Agricultura, pecuária, caça, silvicultura, actividades relacionadas e Pesca, teve maior participação na economia em 2015 com um peso no PIB de 23,2% seguido dos ramos dos Transportes armazenagem e actividades auxiliares dos transportes, e Informação e comunicações com uma contribuição conjunta de 12,1 %. Ocupa o terceiro ligar o ramo do Comércio e serviços de reparação com 11%, seguido do ramo da Indústria transformadora, com um peso de 8,9%, Aluguer de imóveis e serviços prestados às empresas e Educação, ambos com 6,8% cada. Os restantes ramos de actividade em conjunto tiveram um peso de 24,6%.

Informação mais completa, aqui. Instituto Nacional de Estatística - Moçambique 

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Moçambique – Instituto Nacional de Estatística tem novo presidente

Presidente da República desafia nova Presidente do INE para que estatísticas estejam ajustadas à demanda dos usuários

O calendário estatístico nacional deve ser harmonizado de forma a satisfazer as necessidades de informação do Governo e de outros utilizadores em tempo útil. Este desafio foi lançado esta terça-feira, 21 de Setembro corrente, pelo Presidente da República, Filipe Nyusi. O Chefe do Estado falava no acto de tomada de posse da recém-nomeada Presidente do Instituto Nacional de Estatística, Dra. Maria Isaltina Lucas, que substitui o Dr. João Dias Loureiro no cargo.

Para o Presidente da República, ainda prevalece, a título de exemplo, um desfasamento temporal entre as necessidades de informação para a avaliação da implementação de políticas nacionais e a disponibilidade de dados para o efeito em tempo útil. Esta prática acrescentou, pode constranger o Governo na avaliação do impacto da sua actuação com vista a aplicação de medidas correctivas e de ajustamento estrutural ou conjuntural de políticas sempre que se revelar necessário.

“O conceito de servir exprime a ideia de que a informação produzida vai de encontro às necessidades de informação dos seus utilizadores. Por outro lado, seja presente a estes utilizadores em tempo útil, o que significa que sendo a estatística fundamental para o processo de tomada de decisões ela deve ser presente quando requerida para o efeito”, acrescentou.

Indicou que sendo o INE um órgão reitor do sistema estatístico nacional, tem uma responsabilidade acrescida na dinamização e coordenação da recolha, tratamento e difusão e disseminação de informação estatística oficial nacional fiável e oportuna para que sirva de referência e expressão numérica do desempenho da economia nacional. “A monitoria das políticas do Governo e a avaliação do impacto da implementação da agenda do desenvolvimento exigem do INE maior aptidão na disponibilização de análises de conjuntura e estrutura económica. A referida análise inclui a avaliação das dinâmicas demográficas e sociais expressas na projecção de políticas sociais e populacionais com vista a garantir um desenvolvimento harmonioso equilibrado e alcance do bem-estar dos moçambicanos”, desafiou.

Das acções em curso, o Presidente da República destacou a relevância, pertinência e urgência da aceleração do processo de conclusão da sistematização dos dados do inquérito ao orçamento familiar 2014/2015, a preparação, execução e disseminação dos resultados do recenseamento geral da população de 2017.

Na óptica do Chefe do Estado, os resultados deste inquérito irão ditar as tendências da evolução dos indicadores nacionais e do impacto das políticas do Governo no combate à pobreza.

Com relação ao censo da população 2017, este deve merecer atenção especial, sobretudo porque os resultados do último censo populacional de 2007 são desafiadores ao apresentar uma taxa de omissão de 2 por cento que permitiu a classificação de muito bom para os parâmetros internacionais. “Nestes termos, desafiamos a empossada a dedicar-se na dinamização e coordenação da actividade estatística, na melhoria dos métodos, técnicas e procedimentos na produção de dados resultantes da leitura dos fenómenos incluindo a harmonização do calendário estatístico às necessidades de informação do Governo e doutros utilizadores”, indicou. In “Jornal de Notícias” - Moçambique

terça-feira, 24 de março de 2015

Cabo Verde - Inquérito sobre a literacia financeira

O Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde (INE) realiza, de Março a Abril de 2015, em parceria com o Banco de Cabo Verde (BCV), o Inquérito sobre a Literacia Financeira, dirigido à população de 20 a 65 anos. Este estudo abrange 3 800 agregados familiares e tem uma representatividade a nível de cada ilha.

Pretende-se com este inquérito avaliar e analisar os comportamentos, as atitudes e os conhecimentos da população adulta cabo-verdiana sobre conceitos e questões financeiras, especificamente sobre a inclusão financeira, gestão de conta bancária, planeamento de despesas e poupança, escolha de produtos bancários, escolha e conhecimentos de fontes de informação e compreensão financeira. Os resultados deste inquérito fornecerão elementos para o desenho e definição de projectos e Elaboração de um Plano Nacional de Formação e Educação Financeira. INE – Cabo Verde

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Cabo Verde – Missão da CEDEAO de assistência técnica ao Instituto Nacional de Estatística

Termina hoje, 27 de Fevereiro de 2015, uma missão de assistência técnica da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para a conclusão da montagem dos indicadores de curto prazo.


O objectivo desta missão é trabalhar com a equipa nacional nos indicadores de Índice do Comercio externo, Índice de Produção da Construção Civil, Índice de Produção Industrial e Índice da Actividade do Sector Serviços, com vista a finalizar a montagem dos mesmos e ter uma publicação regular.

O INE está a trabalhar num conjunto de indicadores de curto prazo no domínio das estatísticas económicas e que serão fundamentais para a melhoria da qualidade das contas nacionais anuais e trimestrais e também para a análise da conjuntura económica do país.

Espera-se no final da missão ter o Índice do Comércio Externo totalmente montado, uma proposta de boletim finalizada e ter orientações claras quanto às aplicações informáticas mais apropriadas para cada um dos produtos. INE – Cabo Verde