Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
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sexta-feira, 15 de março de 2019

Timor-Leste – Obrigatoriedade do uso da língua portuguesa semanalmente na Secretaria de Estado da Comunicação Social

O português, uma das duas línguas oficiais de Timor-Leste, vai passar a ser obrigatório “no discurso oral” nas manhãs das terças-feiras para todos os funcionários afetos à Secretaria de Estado da Comunicação Social



A decisão foi tomada num despacho assinado esta semana pelo secretário de Estado da Comunicação Social, Merício Juvenal dos Reis Akara, e dado a conhecer a todos os funcionários da SECOMS.

Akara determina no texto do despacho “a obrigatoriedade de usar a língua portuguesa no discurso oral, todas as terças-feiras, no período das 08:00 às 12:00”.

O despacho recorda que o português é, a par do tétum, língua oficial em Timor-Leste e que “as línguas oficiais têm de ser usadas pelos trabalhadores da administração direta e indireta do Estado”.

Apesar do português ser a língua de redação de textos legislativos e de marcar parte das comunicações oficiais, o tétum é claramente a língua mais usada na administração pública.

O Parlamento Nacional, onde a maior parte dos debates decorrem em tétum, também tem sessões exclusivamente em português. In “Sapo Timor-Leste” com ”Lusa”

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Angola - Entidade Reguladora da Comunicação Social adere e preside a órgão lusófono do sector

A ERCA (Entidade Reguladora da Comunicação Social de Angola) vai aderir esta semana, durante um encontro em Luanda que decorre até sexta-feira, à Plataforma das Entidades Reguladoras dos medias no universo lusófono, passando a presidir ao organismo no final do encontro e durante o próximo ano



O VII Encontro desta plataforma que agrega todas as entidades e associações com autoridade de regulação da comunicação social nos países de língua oficial portuguesa, criada em 2009, começou hoje em Luanda e prolonga-se pelo resto da semana, tempo durante o qual este organismo internacional abordará os temais "Media, Género e Regulação" e o órgão angolano, recentemente criado, terá oportunidade de beber da experiência das homólogas mais antigas.

Todavia, esta entrada da ERCA na plataforma não é uma novidade para os seus integrantes, visto que sucede no lugar ao Conselho Nacional de Comunicação Social, organismo que até ao surgimento da ERCA detinha a autoridade de regulação do sector dos media.

O presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos, proferiu o discurso de abertura do encontro, onde defendeu a importância da comunicação social para o fortalecimento da democracia.

Na sua intervenção, Fernando da Piedade Dias dos Santos fez a apologia de um jornalismo que corresponda aos valores "patrióticos, éticos, morais, cívicos e culturais" e defendeu que o jornalismo não abdique de defender a justiça e os direitos humanos tendo como referência aquilo que definiu como " princípios consensuais" por forma a não ferir princípios essenciais, como a dignidade da pessoa humana.

Sobre o encontro, citado pela Angola, o Presidente da Assembleia Nacional reafirmou o compromisso do órgão a que preside para se juntar aos esforços para fazer desta plataforma lusófona um espaço de exercício da cidadania participativa e defesa da liberdade de expressão.

Neste encontro estão presentes, para além de Angola, dirigentes dos órgãos de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Entre os palestrantes neste encontro vai estar Muniz Sodré, sociólogo que vem do Brasil, país que não integra a Plataforma das Entidades Reguladoras, e que abordará as questões da liberdade no jornalismo e a sua regulação.

Do programa deste encontro, organizado pelo Ministério da Comunicação Social, fazem ainda parte visitas a órgãos de comunicação social angolanos e uma visita ao Palácio da Cidade Alta, onde serão recebidos pelo Presidente João Lourenço. In “Novo Jornal” - Angola