Pintura Arq. Eduardo Moreira Santos, Lx (28.08.1904 - 23.04.1992)
Mostrar mensagens com a etiqueta Água potável. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Água potável. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 7 de março de 2019

Moçambique – Água potável um bem escasso

Peças de teatro sensibilizam sobre uso racional da água

A Águas da Região de Maputo (AdeM) está a levar a cabo acções de sensibilização, através do teatro, para o uso racional da água e promoção de boas práticas com vista à gestão eficiente do líquido precioso.

Trata-se de uma medida que visa mitigar a falta de água, derivada da escassez da chuva, que afecta, especificamente, a região sul do País nos últimos anos, o que tem levado a AdeM a apelar para uma melhor gestão no fornecimento e consumo da água a todos os níveis.

A sensibilização, que consiste na encenação de uma curta peça teatral com três personagens, é promovida nas lojas e balcões de atendimento da AdeM nas cidades de Maputo, Matola e no distrito de Boane, e tem como público-alvo clientes, consumidores e a sociedade, no geral.

Através desta iniciativa, conforme explicou Afonso Mahumane, porta-voz da Águas da Região de Maputo, espera-se que as pessoas se consciencializem sobre a necessidade de fazer o uso racional da água.

Mais do que o uso racional, acrescentou, “é necessário que se faça, sempre que possível, o uso repetido da água disponível. Por exemplo, a água que resta depois de lavarmos a roupa pode servir para limpar o chão ou para pôr no autoclismo”, sublinhou o porta-voz, que apontou, igualmente, a conservação e reaproveitamento da água da chuva, como uma forma de evitar o desperdício deste importante recurso.

Para além do teatro, a Águas da Região de Maputo está a disseminar, através de diversas actividades e meios (panfletos, meios de comunicação social, entre outros), informações com vista à criação de uma nova mentalidade na utilização e poupança de água.

De realçar que o fornecimento de água da rede pública está a ser feito em regime de restrições desde 2017, na sequência da seca prolongada que se regista na bacia do Umbelúzi, que abastece as cidades de Maputo e Matola e ainda o distrito de Boane.

Esta acção prolongar-se-á por um período de 30 dias e abrangerá as 22 lojas de atendimento espalhadas pelos três municípios anteriormente mencionados. In “Olá Moçambique” - Moçambique

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Macau - Empresa doa equipamento de filtragem de água a países lusófonos

A empresa de Macau China-Portugal Investment Promotional Company Limited doou um total de seis conjuntos de equipamento de filtragem de água a Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe – dois conjuntos a cada um dos três países.

Segundo o jornal local Macau Daily News, o equipamento foi desenvolvido e fornecido pela empresa Simple Water Investment Company Limited, sedeada em Zhuhai, e pretende melhorar a qualidade da água potável naqueles países de língua portuguesa.

Este equipamento já foi instalado em inúmeras escolas e escritórios no Interior da China e tem capacidade para fornecer água potável a mais de mil pessoas em simultâneo, acrescenta a notícia.

Um representante da empresa de Zhuhai disse ao jornal esperar que a doação possa também permitir à Simple Water Investment explorar oportunidades de negócio nos três países.

O equipamento vai começar a ser entregue este mês e deverá ser instalado até Outubro, de acordo com a notícia. In “Fórum Macau”

terça-feira, 26 de março de 2013

Dessalinização

            A procura de água potável poderá em breve estar mais acessível a países que têm dificuldade em alcançar este precioso líquido, entre eles, o país lusófono de Cabo Verde.

          A empresa  norte-americana  Lockheed  Martin  acaba  de receber uma concessão de patente para o produto “Perforene”, uma solução de filtração molecular que permite transformar água salgada em água doce. O material “Perforene” funciona através da remoção de iões de cloro, sódio e outras partículas, a partir da água do mar ou de outras possíveis fontes.

          O  “Perforene”  é  uma membrana de grafeno, isto é carbono puro, filtra a água do mar, produzindo água potável com baixos custos de produção. Estas membranas embora muito finas, são fortes e duráveis, têm um atómo de espessura e possuem orifícios de um nanómetro de largura, permitindo a passagem da água e a retenção das moléculas de sal, utilizando um mínimo de energia.

            Segundo  o  Dr. Ray O. Johnson  vice-presidente e director  de tecnologia da Lockheed Martin “A solução de filtragem Perforene é apenas um exemplo dos esforços da Lockheed Martin para aplicar alguns dos materiais avançados que nós desenvolvemos para os nossos principais mercados, incluindo aviões e naves espaciais, para os desafios ambientais globais e económicos”.

          Neste momento a Lockheed Martin, uma empresa de segurança global e aeroespacial, que emprega cerca de 120 mil colaboradores, está no mercado para estabelecer parcerias de comercialização para o “Perforene” cuja patente foi concedida pela United States Patent and Trademark Office. Baía da Lusofonia